Meu 1º, meu 2º, meu 3º…

24 - fevereiro - 2008

O cara!

Não sei nem por onde começar a escrever.

Primeiro que o post sobre ele está sendo feito a pedidos hehehehhe 😉

Como sou uma pessoa sentimental escolhi uma de suas músicas mais bonitas, uma poesia em forma de canção e para deixar de ser tão cliché, uma poesia totaltamente Disco Music. Para aquele casal apaixonado que quer dançar uma música bonita mas que alguém sempre sai com o pé machucado, essa é a música: linda e bailante!

Bom, hoje me refiro a um dos precursores da Disco Music : Barry White

Dono de uma inconfundível voz, Barry nasceu em Setembro de 1944e faleceu em Julho de 2003. Com certeza se ele faria parte da lista de aritistas que não deveriam ter morrido antes que eu assistisse um show, só não faz parte porque eu não a possuo.

Uma colega de faculdade me contou que foi ao show dele em 1994/95, não lembro exatamente. Não sei se foi o primeiro mas acho que foi o último show feito por ele, na época no Metropolitan, onde hoje se chama Citi Bank Hall. A banda que abriu o show deles se chama Celebrare, para quem gosta de músicas antigas pode ser um nome conhecido, poia hoje fazem sucesso interpretando sucessos dos anos 70 e 80. O reconhecimento aumentou após o show do Barry.

Uma vez (em 2006) eu estava na boate Hard Rock Café, onde todas as sextas toca apenas clássicos da Disco Music, lembro de um amigo que disse que assim que tivesse um show do Barry White ele iria, pois era muito fã. Na hora foi engraçado.

1024_barry.jpg

Minha primeira, minha última, meu tudo,
E a resposta para todos os meus sonhos.
Você é o meu sol, minha lua, minha estrela-guia.
Minha maravilha, é isso que você é

Eu sei que existe apenas uma, uma única como você.
Não existe nenhuma maneira que terem feito duas
Você é toda minha razão para viver
Eu vou guardar o seu amor para sempre
Você é a primeira, você é a última, meu tudo.

Em você eu encontrei tantas coisas
Um amor tão novo que só você poderia trazer
Você não consegue ver que foi você,
Você que me fez sentir desse jeito.
Você é como a primeira manhã serena de um novo dia.

Eu vejo tantas maneiras em que eu posso amar você,
Até o dia em que eu morrer,
Você é minha realidade, eu estou perdido em um sonho.
Você é a primeira, você é a última, meu tudo.

*** Instrumental ***

Eu que existe apenas uma, uma única como você.
Não existe nenhuma maneira que terem feito duas
Garota você é a minha realidade
Mas eu estou perdido em um sonho
Você é a primeira, você é a última, meu tudo.

Outra coisa…

Eu não consegui um video dele cantando, mas acho muito legal saber que um cantor deste nível canta uma música para o Rio de Janeiro

Barry White – Rio de Janeiro

Pão

21 - fevereiro - 2008

Nada melhor para acalmar os ânimos em um dia de mau humor, que uma música. Preferivelmente aquelas com vozes um pouco sussurradas e melodias quase como canções de ninar.

Ela veio até mim. Depois de um dia tenso, um banho para relaxar, o som alto e irritante fora do meu controle, eis que surge a canção que fala de uma mulher chamada Aubrey, cantada por uma banda chamada Pão, leia-se Bread.

A banda Californiana se formou em 1968 e começou a tocar em bares da cidade, conseguiu um contrato com a gravadora Elektra para ser apenas uma banda d e studio, porém não foi como planejado, Bread foi uma das bandas mais populares dos anos 70.

Foto da banda

bread.jpg

Credo, medo de mim – Que piadinha ridicula.

Então:

breadd.jpg

Gosto muito também das músicas If e Guitar Man

mas hoje é dia da Aubrey – Pseudo que as vezes uso…

Po, está muito difícil achar um vídeo deles cantando essa música, mas consegui um outro tão legal quanto!

Esse outro pelo menos tem a legendinha hehehehe

Tradução

Aubrey

O nome dela era Aubrey
Não era nem um nome, nem uma garota comum
Mas a quem culpar?
Por um amor que não floresceria
Por corações que nunca estiveram em harmonia
Assim como uma melodia que todos conseguem cantar
Se retirarmos as palavras que rimam não há mais significado.

O nome dela era Aubrey
Nós diminuímos a luz e dançamos ao luar
Mas onde estava junho?
Ele nunca chegou
E se chegou, veio em silêncio
Talvez eu estivesse ausente ou ansioso demais para ouvi-lo
Agarrando às palavras e deixando passar o que elas significavam.

Mas Deus, eu sinto falta dela
Eu viraria o mundo mil vezes só para estar
Mais perto dela do que de mim mesmo

O nome dela era Aubrey
Eu nunca a conheci, mas eu a amava mesmo assim,
Eu amava o seu nome.
Eu queria ter encontrado uma maneira
E razões que a fizessem ficar
Eu aprendi a conduzir a minha vida distante das outras
Se eu não posso ter a que eu quero, ficarei sem as outras

Mas como eu sinto falta dela
Eu viraria o mundo um milhão de vezes apenas
Para dizer que ela foi minha por um dia.

Pet Shop Boys – O sonho

20 - fevereiro - 2008

Esse título até parece nome de filme, mas vou falar, há algumas noites tive um sonho bizarro: Havia um show do Pet Shop Boys no Rio de Janeiro, mais especificamente em uma rua de paralelepípedos, tendo a varanda de uma casa como palco e uns banquinhos de praça para a platéia. Meu ingresso era bem no fundo, mas não sei porque consegui um lugar na frente que estava vazio, em uma poltrona bem fofinha. Lembro-me bem de ter calculado quantos lugares vagos tinham, contando o número de pessoas e algo com o valor que economizei não tendo comprado um ingresso de primeira fila. Sei que algumas coisas bizarras no sonho aconteceram mas eu não lembro de todas. Antes do show o Neil me chamava para conhecer o camarim e que bizarro ele parecia aquele carinha do Tower of Power – acho que é Rufus o nome dele – meio que numa versão Axl Rose. Um figurino totalmente oitentista. Eu reclamava com ele que o último show que eu fui não tinha Being Boring!!!! hahahahaha (vide meu último post sobre Pet Shop Boys). Para finalizar o show foi parado diversas vezes com pessoas que chegavam com fotos deles para serem autografadas. Ainda lembro do Neil Rufus Rose perguntando que tantas fotos eram aquelas e quem falou para levarem. Ainda bem que a minha está aqui hehehehe.

Como já fui a um show deles vou postar uma foto de lá.

Uma teoria em minha mente: Se você gosta de uma banda antiga que vai fazer show perto da sua casa. VÁ! Aproveite que estão vivos, porque só Deus sabe se haverá outro show. – Falo isso porque teve The Mamas and the Papas e eu não fui 😦 , mas isso já é outra história.

Não lembro o dia exato do show mas sei que foi alguns dias antes do meu aniversário, há quase um ano. Ganhei os convites de um colega que trabalha em uma rádio \o/

psb161.jpg

Para quem ainda acha que não conhece a banda, estou postando o video da música mais famosa deles: Domino Dancing

DANÇA DO DOMINÓ

(O dia todo, o dia todo)

Não sei por que, não sei como
Pensei que te amava, mas não tenho certeza agora
Tenho visto você olhando para estranhos vezes demais
O amor que você quer é de um tipo diferente

Lembre-se de quando sentimos o sol
Um amor como o paraíso, como ardia quente
Uma ameaça de trovão distante, o céu estava vermelho
E por onde você andasse, você sempre virara a cabeça de todo mundo

(Refrão)
(O dia todo, o dia todo) Observe-os todos caírem
(O dia todo, o dia todo) Dança do Dominó
(O dia todo, o dia todo) Observe-os todos caírem
(O dia todo, o dia todo, Dança do Dominó)

Eu pensava que quando brigávamos a culpa era minha
Mas agora sei que você pratica um jogo diferente
Tenho observado você dançar com o perigo, querendo ainda mais
Acrescente um outro número à contagem

(Repete refrão)

Quando você olha ao redor, você se pergunta
Você joga para ganhar?
Ou você é apenas um mau perdedor?

(O dia todo, o dia todo)
(O dia todo, o dia todo)

Não sei por que, não sei como
Pensei que te amava, mas não tenho certeza agora
Ouço o trovão estourando, o céu está escuro
E agora uma tempestade está irrompendo dentro do meu coração

(Repete refrão 2x)

(O dia todo, o dia todo) Observe-os todos caírem
(O dia todo, o dia todo) Dança do Dominó
(O dia todo, o dia todo) Observe-os todos caírem
(O dia todo, o dia todo)

Ellen Naomi Cohen

20 - fevereiro - 2008

Eu nem ia fazer post hoje, estou gripada e queimei o dedo, mas e daí não é mesmo? Eu pareço um pouco relapsa com o blog mas nao estou, é que Raphael me fez ficar vidrada em lost, o que me faz assistir varios episódios enquanto poderia estar fazendo um post legal, com coisas legais para o blog. O que eu não esperava é que o próprio seriado fosse me dar um post, assim de mão beijada (como se esse vício fosse simples assim).

Você sabe quem é Ellen Naomi Cohen? Não ?!!?!? Nem eu sabia! Há dois minutos Mr. Wiki me contou. Esse era o nome verdadeiro de Mama Cass Elliot uma das integrantes da banda Mamas and Papas.

Resumindo a missa, porque estou indo dormir. Assisti um episódio de lost onde é tocado um LP com a música Make your own kind of music, que muito me identifico.

Então, está aí, a foto dela e dois vídeos da música, um clipe com a Cass e um editado do seriado Lost.

LOST

Mama Cass Elliot

Ninguém pode te dizer
Que só uma canção que vale a pensa ser cantada
Eles podem tentar te convencer
Pois eles ficam perturbados
Em ver alguém como você

Mas você tem que…
Fazer seu prórpio tipo de música
Cantar sua própria canção especial
Fazer seu próprio tipo de música mesmo que ninguém mais cante junto

Então se você não puder pegar minha mão
E se você tem que ir
Eu vou entender

Você vai conhecer
o tipo mais so0litárioi de solidão
Pode ser difícil ir
fazer o que tem que fazer
a coisa mais difícil a fazer

Mas você tem que…
Fazer seu próprio tipo de música
Cantar sua própria canção especial
Fazer seu próprio tipo de música mesmo que ninguém mais cante junto

Então se você não pode pegar minha mão
E se você tem que ir
Eu vou entender

depois falo sobre Mama Cass, só uma coisa, queria muito ter assistido um show dela!

Jacques Brel

14 - fevereiro - 2008

Tá, eu assumo! Só de ler o nome eu não faria a mínima idéia do que ele canta. Hoje estou em um momento linguas estrangeiras, como seu eu já estivesse postado algo em português. O inglês faz parte do nosso dia-a-dia querendo ou NÃO e acabamos de certa forma getting used to it. Então, para variar um pouco e fazer jus ao meu momento extra-english vou falar sobre algo “diferente”.

Ouvindo músicas em francês, resolvi fazer um post, então começou a saga sobre qual música postar. O que mais tenho escutado em francês é Carla Bruni (sim aquela suposta noiva do presidente da França, Sarkozi – momento fofoca), mas não faria sentido postar música atual aqui. De qualquer forma, escute: Le plus beau du quartier e é claro, Raphaël, não esquecendo de reparar que o vídeo da segunda música aparece escrito Quelqu’un m’a dit hahah). Aí, lembrei que tem a música do Salvadore Adamo, Aline, mas ficaria agocêntrico demais. Eis que me veio a luz: A MÚSICA DA CASSIA ELLER!!! Eu parei! Perae! Quem é que canta Ne me quitte pas?!?!!? Claro que meu assistente pessoal Sr Wiki Pedia Silva me deu uma ajudinha e cá estou com as informações.

Jacques Brel

Jacques Romain Georges Brel (Schaarbeek, Bélgica em 8 de Abril de 1929 – Bobigny, França em 9 de Outubro de 1978) foi um autor de canções, compositor e cantor belga francófono. Esteve ainda ligado ao cinema de língua francesa. Teve contratos com as editora Philips de 1954 a 1962, altura em que assinou pela Barclay um contrato que viria a ser renovado em 1971 por 33 anos (até 2004), não fosse o prematuro falecimento do cantor em 1978.

A música Ne me quitte pas foi gravada em 1959 e regravada inúmeras vezes, inclusive pelas também falecidas Cássia Eller e Edith Piaff.

Achei essa foto curiosa, por isso resolvi postá-la também.

Uma coisa que deve ser observada é que está música jamais foi feita para ser cantada, vide os vídeos.

Geralmente eu coloco só um mas a interpretação deles é simplesmente…

TRADUÇÃO

Não me deixes
É preciso esquecer tudo
Tudo pode ser esquecido
Como o que já se foi
Esquecer o tempo
Dos mal-entendidos
E o tempo perdido
Em saber como
Esquecer essas horas
Que às vezes matavam
Com golpes de porquês
O coração da felicidade

Não me deixes
Não me deixes
Não me deixes
Não me deixes

Eu, eu te oferecerei
Pérolas de chuva
Vindas de um país
Onde não chove
Eu atravessarei a terra
Até próximo à morte
Para cobrir teu corpo
De ouro e de luz
Eu erguerei um domínio
Onde o amor será rei
Onde o amor será lei
E tu serás (eu serei) rainha

Não me deixes
Não me deixes
Não me deixes
Não me deixes
Não me deixes
Eu vou te inventar
Palavras insensatas
Que tu compreenderás
Eu vou te falar
Daqueles amantes
Que por vezes viram
Seus corações se abrasarem
Eu vou te contar
A história de um rei
Morto por não ter
Podido te encontrar
Não me deixes
Não me deixes
Não me deixes
Não me deixes

Por tantas vezes vimos
Ressurgir o fogo
Do antigo vulcão
Que se acreditava velho demais
Parece que ele tinha
Terras queimadas
Dando mais trigo
Que no melhor Abril
E quando cai a tarde
Para que o céu flameje
O vermelho e o negro
não se casam?

Não me deixes
Não me deixes
Não me deixes
Não me deixes

Não me deixes
Eu não vou mais chorar
Eu não vou mais falar
Eu vou me esconder ali
Só para te ver
Dançar e sorrir
E a te escutar
Cantar e depois rir
Deixe que eu me torne
A sombra da tua sombra
A sombra da tua mão
A sombra do teu cão
Não me deixes
Não me deixes
Não me deixes
Não me deixes

«Tenho menos medo da morte do que de me tornar um velho cretino.»
Jaques Brel